Wednesday, September 17, 2008

” o segredo…”

“…
Mas será que o que tu querias ontem ainda é o mesmo que hoje queres ter?
Não vale a pena lamentar aquilo que ficou por fazer
Chorar o passado é deitar tudo a perder
Porque tudo o que eu quero está guardado cá dentro
Se o silêncio é de ouro guarda bem o segredo
Não importa o ponto de partida nem sequer seguir a seta
O que conta é o que vês no caminho, mesmo não cortando a meta…”
(dogma)

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Saturday, May 24, 2008

“senhora do mar”

“Senhora do mar
Ante vós, minha alma está vazia
Quem vem chamar a si o que é meu?
Ó mar alto, traz pr’a mim
Amor meu sem fim

Ai, negras águas, ondas de mágoas
Gelaram-m’o fogo no olhar (Senhora do mar)
Ele não torna a navegar (Ele não torna a navegar)
E ninguém vos vê chorar
Senhora do mar”
(carlos coelho:letra)

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Thursday, January 17, 2008

“o jogo…”

“Mais um dia em vão no jogo em que ninguém ganhou
Dá mais cartas, baixa a luz e vem esquecer o amor
És tu quem quer
Sou eu quem não quer ver que o tudo é tão maior
Aqui está frio demais para apostar em mim.

Vê que a noite pode ser tão pouco como nós
Neste quarto o tempo é medo e o medo faz-nos sós
És tu quem quer
Mas eu só sei ver que o tempo já passou e eu fugi
Que aqui está frio demais para me sentir… mas queres ficar?

Queres levar
Tudo o que é meu
É tudo o que eu
Não sei largar

Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou!
Vem que a água vai lavar o que me dói!
Vem que nem o último a cair vai perder.”
 ( Tiago Bettencourt)

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Tuesday, June 12, 2007

Até quando?

“Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente

Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro

Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ser saco de pancada?”
(Gabriel o pensador)
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Friday, May 25, 2007

a seta

 

A seta apaixonou-se pelo vento
Quis deixar-se levar pela sua força
Voámos os dois na mesma direcção
Mas o vento só vai para onde lhe apetece

A seta apaixonou-se pelo vento
Quis deixar-se levar pelo seu talento
E entrámos os dois numa combinação
Que tendia para o infinito inequivocamente

Amanhã não vais ter tanto encanto.

E o vento apaixonou-se pela seta
Quis deixar-se acompanhar pela coisa concreta
Que surgia como justificação
Para a materialidade de um traço no céu

E o vento apaixonou-se pela seta
E quis fazer com ela a volta completa
Mas a seta estava farta de dispersão
Voou para Barcelona e deixou solidão

Amanhã não vais ter tanto encanto

 

( OIOAI)

 

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